She says "You don't want to be like me. Don't wanna see all the things I've seen" I'm dying, I'm dying.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Remoendo.
Dezembro sempre foi o nosso mês. Até hoje uso de todos os adjetivos antes de falar teu nome.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Peço.
Repousa sobre mim teu olhar danificado pelo cansaço por volta das 2 da manhã. Deposita teus anseios em minhas mãos, que juro fazer o meu melhor.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Um trecho sobre coisas não ditas. (Part. II)
Um beijo escondido no canto da boca com gosto de fim de tarde e gelado de sorvete. Havia também uma curva no olhar que por mais que quisesse se manter retilíneo insistia em lhe trair.
É claro que o som da tua voz vem feito vento quente no meu ouvido. E é claro que tento me manter integralmente focada no fato de que simplesmente não há um fato. E de como minhas dores de estômago andam piorando.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Ground control for Major Thays.
(Play me)
Tenho mentido. As pessoas me perguntam como estou e eu digo "Oh, bem." Mas minha vontade é de despejar tudo, como um balde cheio de água gelada. Mas isso espantaria a pessoa e ela nunca mais perguntaria como estou (apesar de eu saber que se trata de uma retórica). Me pergunto se no fundo escolhi a psicologia por achar que tratar os problemas dos outros é mais fácil que enfrentar os meus próprios. Não tenho me conhecido muito bem. A decisão que te disse ter tomado tem a ver com.
Enfim, não sei como terminar esse texto.
Sinto sua falta. Me cuida daí?
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O paradoxo das segundas.
Acho que todos deviam se depreciar às segundas várias vezes na vida. E ir de encontro às frustrações bem como as palmas das mãos num fim de espetáculo.
Longe de mim romantizar os dissabores; mas há um auto flagelo já veterano de ninho criado dentro de todos.
Engrandece.
Ares de setembro.
O vento levantou o pano estampado que enfeitava os meus motivos. Me debato diariamente com perguntas que não sei responder.
Meu nome é Ana e eu não sei pelo que choro.
Meu nome é Ana e eu não sei pelo que choro.
Um trecho sobre coisas não ditas. (Part. I)
Penso de modo incoerente quando me distancio das tuas mãos. Uma evidência da minha maior fraqueza salientada pelos seus passos subentendidos, subversivos, submersos em uma realidade que ainda não me alcançou. E esse fato é para mim, um convite a me aprofundar nos cantos e pontas dentro de você. E te deitar na grama para olhar pra cima ou sentar na beirinha da calçada.
domingo, 2 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Bolhas no café preto.
Me deu boas vindas ao dia que acabara de se iniciar. Curioso, me perguntou quantas vezes no dia penso em quem não devia pensar. Não respondi. Desviei o foco para as roupas secas no varal. Listei as tantas coisas que tinha para fazer enquanto ligava o chuveiro, mas em segundo plano ainda pensava em um jeito de fazer os dias se esquecerem de passar.
domingo, 26 de agosto de 2012
Localização de um afeto.
Te guardo nas últimas folhas do caderno, junto aos telefones antigos e desenhos avulsos.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Só um minuto.
Queria não me preocupar.
Queria estagnar no momento em que vi meu filme preferido pela primeira vez ou quando recebi minha primeira carta de amor.
Queria estagnar no momento em que vi meu filme preferido pela primeira vez ou quando recebi minha primeira carta de amor.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Veneno.
Teu cheiro adocicado me veio ao nariz outro dia em algum lugar lotado.
Tal cheiro não lhe faz jus. O doce encobre o amargo fel que te impregna.
Ta na tua roupa, na tua mala, nas canetas, nas cortinas que impedem o sol de invadir seu quarto.
Quisera essas cortinas que protegem as janelas, proteger também o mundo por trás delas de suas tolices.
Tal cheiro não lhe faz jus. O doce encobre o amargo fel que te impregna.
Ta na tua roupa, na tua mala, nas canetas, nas cortinas que impedem o sol de invadir seu quarto.
Quisera essas cortinas que protegem as janelas, proteger também o mundo por trás delas de suas tolices.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Qual a boa do relógio?
O mesmo relógio que me desperta às 7 da manhã, caminha impiedosamente em direção às 4 da tarde quando se instala a falta do que fazer misturada com o telefone em silêncio.
Detalhes fatídicos.
Uma vez deitei no chão do quintal por volta das 15h. Bem quando o sol ocupava metade do azulejo vermelho. Outra vez sentei no patente do portão e abracei minhas pernas querendo abraçar qualquer outra coisa ou alguém. Teve também um dia em que não preguei os olhos de tanta ansiedade.
Todas essas vezes por vezes quis de volta.
Mas sabe como é...
Não dá.
Todas essas vezes por vezes quis de volta.
Mas sabe como é...
Não dá.
Carta para seja lá quem for.
Olha, ta foda. Tenho escrito pedidos de socorro no espelho do banheiro ao sair do banho, e observado ele desaparecer com a dissipação do vapor. Tenho olhado pra frente querendo olhar pra trás. Tenho brincado com a comida antes de comer e deitado na cama antes do sono vir. Em cada canto do quarto tem respostas sem perguntas. Como no livro. A mesma música em um repeat eterno, a mesma frase no texto todo, as mesmas fotos na parede. A abreviação do ser em tempo real.
Alguém por favor me mostra outro jeito de ver a vida. Me pega pela mão e me cuida.
Aqui quem fala é uma melancólica (in)curável.
Alguém por favor me mostra outro jeito de ver a vida. Me pega pela mão e me cuida.
Aqui quem fala é uma melancólica (in)curável.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Veracidade.
Dei graças pela conversa se dar na penumbra. Poupando-me de desviar meu olhar do teu, evitando o constrangimento que uma revelação indevida proporcionaria. A maquiagem já não mais como no início da noite. denuncia um fim familiar.
Se deu conta de que nada mais parece legítimo.
Se deu conta de que nada mais parece legítimo.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Reza pra não chover.
Confiante estava ao ver a previsão do tempo. Nem lhe passara pela cabeça os desgostos de dias atras. A velha mania derrotista que lhe sentava aos ombros decidiu tirar folga e esses dias de calor confundem.
Toda essa rotina otimista, é tudo muito inédito.
Toda essa rotina otimista, é tudo muito inédito.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Relatos de uma quarta qualquer.
A vida que segue impiedosamente em direção aos 20, sem rumo decidido, com alguns objetivos e nenhuma certeza.
domingo, 20 de maio de 2012
As like I told you, honey.
Don't make me sad, don't make me cry.
Sometimes love is not enough and the road gets though.
I don't know why.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Estranho é o deserto dentro de ti.
O que fazer quando as coisas saem do controle? E o que fazer ao se dar conta que esse suposto controle nunca lhe pertenceu?
(Traçando um paralelo da minha vida com o mito da caverna às 2:35.)
Vou sentir falta de ter paz.
(Traçando um paralelo da minha vida com o mito da caverna às 2:35.)
Vou sentir falta de ter paz.
Greg.
Sempre quis conhecer um. Mas o Greg que conheci não tem cheiro nem rosto, mas por algum motivo senti ele me olhando através da tela. Ele escreve rápido e sua letra parece ser um Times New Roman número 10. Sarcástico o suficiente para entender o porquê de eu estar lá e pensador o suficiente para interpretar as gravuras das cavernas dentro de mim.
Não te conheço nem sei seu autor favorito, mas se eu pudesse escolher alguém para abraçar essa noite seria você.
Não te conheço nem sei seu autor favorito, mas se eu pudesse escolher alguém para abraçar essa noite seria você.
A idéia de ajudar na sua mais pura forma.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Thays,
Ontem por volta das 21h depois de umas cervejas com um amigo, fiquei pensando em todas as coisas ruins que já aconteceram. Não só comigo, mas também com as pessoas a minha volta.
Sentei no banco do metrô e lá fiquei por horas, com o celular na mão quase decorando minha lista de contatos e mergulhada num mar de acontecimentos. Não soube e não sei se saberei um dia descrever o que me aconteceu naqueles 200 minutos, mas enquanto as pessoas passavam por mim eu pensava nas pessoas que podia contar em diferentes situações.
Pensei também nas coisas que ficam presas no meu filtro mental e naquela hora, eu só queria alguém que se propusesse a abri-lo, lê-lo e limpá-lo.
Sou deficiente de contato físico. Sou deficiente de singularidade com o mundo. Sou deficiente de carinho na alma (e nos cabelos). Talvez isso tenha como consequência a minha falta de tato para alguns assuntos.
Semana passada pensei em te escrever uma carta, mas não sabia o que colocar nela. Essa sua mania de parecer bem no telefone se dá comigo na mesma intensidade, só que no papel. E a última coisa que eu quero é parecer repetitiva; não quero que enjoe de mim.
Enquanto voltava para casa ontem, pensei em te mandar uma mensagem pelo celular, mas só tenho seu número de casa. Além do mais, você não tem cara de usar um.
Repare só em quantas vezes eu pensei e não fiz. Peço desculpas por isso.
Me convido a me redimir e tocar as costas das tuas mãos.
Sinceramente meu bem, não deixe o chá amargar. Imagina um mundo com o chá amargo?
Chá doce aquece o dia. Poderia conversar sobre o meu dia com o chá, poderia comentar sobre o que vi na rua hoje ou simplesmente cantar baixinho aquela música que me veio a mente.
Você é meu chá. E se você aceitar um ombro meio curvado pelo peso do mundo mas que não deixar de ser sincero e acolhedor, te dou o meu (em troca do teu colo para repousar a cabeça).
Te cuido a cada James Franco na tv, a cada morango e queria que você estivesse sentada na poltrona ao lado da minha.
E ainda bem que você sabe que mesmo não trocando muitas palavras, eu sempre procuro saber de você.
Sou a favor de boletins diários nas caixas de mensagens.
Vou parar de ser acomodada e te fazer rir aos sábados.
"Você me falou pr'eu não me preocupar. Ter fé e ver coragem no amor."
Sentei no banco do metrô e lá fiquei por horas, com o celular na mão quase decorando minha lista de contatos e mergulhada num mar de acontecimentos. Não soube e não sei se saberei um dia descrever o que me aconteceu naqueles 200 minutos, mas enquanto as pessoas passavam por mim eu pensava nas pessoas que podia contar em diferentes situações.
Pensei também nas coisas que ficam presas no meu filtro mental e naquela hora, eu só queria alguém que se propusesse a abri-lo, lê-lo e limpá-lo.
Sou deficiente de contato físico. Sou deficiente de singularidade com o mundo. Sou deficiente de carinho na alma (e nos cabelos). Talvez isso tenha como consequência a minha falta de tato para alguns assuntos.
Semana passada pensei em te escrever uma carta, mas não sabia o que colocar nela. Essa sua mania de parecer bem no telefone se dá comigo na mesma intensidade, só que no papel. E a última coisa que eu quero é parecer repetitiva; não quero que enjoe de mim.
Enquanto voltava para casa ontem, pensei em te mandar uma mensagem pelo celular, mas só tenho seu número de casa. Além do mais, você não tem cara de usar um.
Repare só em quantas vezes eu pensei e não fiz. Peço desculpas por isso.
Me convido a me redimir e tocar as costas das tuas mãos.
Sinceramente meu bem, não deixe o chá amargar. Imagina um mundo com o chá amargo?
Chá doce aquece o dia. Poderia conversar sobre o meu dia com o chá, poderia comentar sobre o que vi na rua hoje ou simplesmente cantar baixinho aquela música que me veio a mente.
Você é meu chá. E se você aceitar um ombro meio curvado pelo peso do mundo mas que não deixar de ser sincero e acolhedor, te dou o meu (em troca do teu colo para repousar a cabeça).
Te cuido a cada James Franco na tv, a cada morango e queria que você estivesse sentada na poltrona ao lado da minha.
E ainda bem que você sabe que mesmo não trocando muitas palavras, eu sempre procuro saber de você.
Sou a favor de boletins diários nas caixas de mensagens.
Vou parar de ser acomodada e te fazer rir aos sábados.
"Você me falou pr'eu não me preocupar. Ter fé e ver coragem no amor."
sábado, 24 de março de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Boa sorte, Batman,
Crianças. Na maioria das vezes me irritam; me falta tato. E tudo aquilo que não sabemos lidar, irrita.
Mas ele tinha cerca de 95 centímetros e uma capa que o englobava. Segundo ele seu nome era Batman e estava ali a trabalho. Parece que veio atender ao chamado de uma amiga em apuros, não sei...
Estava ocupada demais lembrando carinhosa e nostalgicamente da minha vida dupla de 98, 99 na qual dividia o meu tempo entre ser princesa e ranger amarela. Hoje me aposentei das minhas carreiras, e optei por algo mais... tranquilo (?). Tranquilo não e a palavra, tá mais para "absurdamente chato" ou "uniformemente sem novidades".
Não sei se um dia posso voltar a ser ranger ou princesa, mas aquele menino me deu uma vontade de tomar alguma bebida quente e livre de qualquer tipo de responsabilidade (diferente das cervejas que tenho tomado).
Torço para que Batman, daqui uns 10 anos, não se esqueça de suas origens e não se perca no caminho.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Querida Ana do futuro,
Ouça esta música da próxima vez que passar por maus momentos.
Ana do passado.
sábado, 21 de janeiro de 2012
2012, prefácio de vida real.
É assim. A gente pensa que é grande, mas sempre acontece alguma coisa que te põe de volta no lugar.
Veja bem, Thays.
Você me disse uma vez pra quando o cinto apertar, pensar positivo e ver o tanto de amor que tem lá fora. É difícil as pessoas se lembrarem dos conselhos dados, por isso estou te relembrando. Você sabe, eu sei, que é difícil se sentir sozinha. A gente se pergunta o que há de errado, porque tecnicamente, temos tudo para não nos sentirmos assim.
Da onde vem o vazio? Porque ele está lá? Tem alguém que já assistiu esse filme e possa me dizer o final dele?
Não tem.
E a conclusão disso pode ocasionar um aumento considerável nesse buraco. Mas sabe, é esse buraco que nos impulsiona a fazer tudo na vida. Esse buraco é o estopim de uma busca interminável. Sem ele, você procuraria pelo o quê? Sim, cansa demais, e as vezes a gente reza para que alguma coisa fácil de lidar caia do céu. Mas não podemos contar com isso.
Sabe com o que você pode contar? Com o amanhã. Com com as 24 horas passadas a partir desse exato momento. Você pode contar comigo, isso eu já deixei claro, mas o tempo pode te dar
um conforto que eu não posso. Só resta a mim fazer ele passar mais rápido.
To te devendo aquele parque e aquele Los Hermanos no karaokê, e eu sinto muito em não estar ai. Essa vai pra coleção de oportunidades perdidas (e ela é extensa).
Sei que não estou em posição de oferecer dada a distância, mas eu te ofereço meu colo, meus ombros, meu telefone, minha escassa habilidade com as palavras e todo o resto. Quero te lembrar de todo o amor que eu sinto por ti e da falta que emana cada pequena coisinha.
É isso. Eu te amo com tudo isso aí.
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